26 julho, 2020

acróstico de quarentena


Nesses tempos, só a arte para me ajudar mesmo! Depois de quase 5 meses de isolamento vou começar a ter aulas no modelo ''ensino remoto'' na próxima segunda-feira. [Isso é completamente sem noção, já que eu vou começar meu primeiro semestre numa faculdade PÚBLICA e muitos alunos não tem equipamentos ou sequer acesso à internet, mas aparentemente tá tudo ok, tipo-?????]. Apesar de tudo, hoje vim compartilhar algumas das melhores coisas, principalmente filmes, séries e livro que venho consumindo quando minha maior preocupação era ''beleza, acabei essa série, o que eu vou fazer com minha vida agora?'', num formato de acróstico com meu nome [Cecília hehe]. Se já viu algo por favor vamos conversar sobre isso nos comentários, porque foi bem difícil escrever sem dar spoilers. Aliás, como eu detesto spoilers vou tomar muito cuidado para contar a sinopse da forma mais interessante possível, e quem sabe, te inspirar a consumir todos esses conteúdos também :)

(o) Clube das babás
Infelizmente eu já comecei roubando, porque percebi que meu gosto para séries se resume em 87% terem a primeira letra sendo um artigo :( Porém, isso não invalida o tanto que eu me apaixonei pelo ''O Clube das Babás'', a nova série da Netflix! Conta a história de um grupo de meninas que se une com o propósito inicial de cuidar das crianças do bairro para juntar dinheiro, mas que ao longo da história se descobrem grandes amigas, apesar de suas diferenças! É uma história muito fofa e eu amo como cada episódio foca um pouquinho mais na história de cada garota. Tenho um carinho especial pela Claudia, pelo fato de ela ser artista e apaixonada por doces! 

Eleanor & Park
Eu demorei muito para ler esse livro, eu sei, mas uau... valeu a pena! Esse livro, escrito pela Rainbow Rowell, retrata a história de Eleanor, uma garota que é nova na cidade e Park um garoto que sempre se sentava sozinho no ônibus escolar. Não quero falar mais nada porque tenho certeza que vou me exaltar e contar o que não devia porque esse livro me faz suspirar e sentir quentinho no coração só de lembrar! 

Coisa mais linda
Eu nunca fui muito fã da década de 1960 até começar a ver Coisa Mais Linda. Essa série brasileira da Netflix mostra várias mulheres incríveis e independentes que buscam sua liberdade e igualdade em uma época em que isso parecia ser inalcançável. Adoro o fato de retratar diferentes recortes do feminismo e a forma como elas fazem uso dos meios de comunicação desse período. 

I'm not okay with this
Syd é a protagonista dessa série da Netflix, na qual acaba de descobrir que ela tem poderes sobrenaturais. Não sou muito fã de histórias que envolvem poderes e magia, mas gostei muito da forma como a história se desenvolveu. Como se não bastasse ter que lidar com isso ela ainda precisa passar pelos problemas que todo adolescente de série passa no ensino médio. Os personagens são muito engraçados, a fotografia é perfeita e a trilha sonora é excepcional!


Little Fires Everywhere
Na busca por tentar entender e aprender um pouco mais sobre o racismo estrutural pelo ponto de vista de pessoas pretas, encontrei a séries Little Fires Everywhere, no Prime Video. Mia e a filha, Pearl, são negras e se mudam para uma cidade pequena onde acabam se envolvendo com Elena e seus quatro filhos, brancos e que vivem em uma casa bem grande chique. Mia pode até parecer o completo oposto de Elena, mas é muito interessante acompanhar como todas as suas experiências as moldaram para chegarem até quem elas são.

(os) Irmãos Willoughby
Roubando mais uma vez, ''Os Irmãos Willoughby'' é um filme da Netflix muito lindo, no qual quarto irmãos, totalmente ignorados e menosprezados pelos pais sonham em ter uma família cheia de amor e então resolvem dar um sumiço neles. Sim, quando eu li a sinopse também fiquei meio assustada que isso seja uma animação de classificação livre mas no fim a história é bem fofa! Eu fiquei apaixonada pelo efeito do cabelo da família Willoughby, que parece um lã! 

Avatar: The Last Airbender
Há uma treta por trás da animação, porque tem quem considere e quem não considere Avatar um anime, já que foi feito nos Estados Unidos, mas o que importa pra mim é que é um dos melhores desenhos que eu já vi em toda a minha vida. Há muito tempo atrás o mundo era dividido em quatro nações, cada uma representando um elemento (água, terra, fogo e ar), mesmo apesar de nem todas as pessoas terem a habilidade de dominar sequer nenhum desses. Uma pessoa, a cada vida, nasce com a capacidade de dobrar todos os elementos, esse conhecido como o Avatar, que tem o objetivo de manter a paz entre esses diferentes grupos. Aang é o Avatar em um momento onde a nação do fogo repreende e quer ser a líder das demais, então ele precisa acabar com isso. Nem tenho o que dizer. A história é fantástica, os personagens são muito engraçados, a animação é excepcional. Amo muito Avatar e aprendi muito com esse desenho, tanto que quando acabei estava me sentindo uma pessoa melhor!

Essa postagem foi a proposta do mês de julho do Together! Sei que tenho aparecido pouquinho por aqui, eu nem tenho uma desculpa descente. Mas prometo que vou me organizar direitinho para voltar com mais frequência! 

Obrigada por estar aqui! 💛

12 junho, 2020

mente superlotada | 018

Hoje eu assisti o episódio 6 de The Midnight Gospel, Mente Superlotada, e sinto que minha mente está realmente superlotada [como sugere o título]. Nesse episódio é bastante retratada a importância do silêncio interior e como a meditação ajuda a nos conectar com nós mesmos e nos faz ampliar o espaço dentro de nós.

Tudo isso me fez pensar sobre o fato de eu agir de forma tão impulsiva quase todo tempo, tipo, será que na verdade as ações impulsivas que eu cometo são, na verdade, reflexos da minha mente superlotada precisando descarregar em algo e eu descarrego na primeira coisa que se passa pela minha cabeça? 

Cortar, descolorir e pintar meu cabelo sozinha e do nada, furar minhas orelhas sozinha, atirar objetos de forma [totalmente] irracional, comer ''só pra passar o tempo'', ter o hábito de sempre corrigir as pessoas e querer estar sempre certa, ou até criar e iniciar metas mas não ter motivação ou vontade de concluí-las. Será que tudo isso é reflexo de uma mente sobrecarregada de informações, ideias, pensamentos e sentimentos ainda não decifrados por mim? 

Acho que realmente preciso me conectar com o poder da pausa. Uma pausa interior.

Silencie-se. 
Acalme-se. 
Sinta o espaço, tanto à sua volta quanto aquele dentro de si.


Obrigada por estar aqui ♥

Pessoas incríveis demais (meus ingredientes secretos):